Nossa equipe

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

NOTA EXTRAORDINÁRIA

“A conquista do conhecimento é um logro pessoal, intransferível. Esse tesouro sempre se multiplica, quando é repartido, e ninguém pode usurpá-lo de quem o possui. Nem a morte o arrebata, porquanto continua com o Espírito que o detém, constituindo-lhe um tesouro de valor constante e de fácil manejo. Luta por adquiri-lo, jamais considerando ser tarde demais para este empreendimento, aumentando-o, se já o possuíres ou iniciando-o, caso não tenhas experimentado o prazer que ele exterioriza. O homem que sabe, conduz-se com mais segurança, poupando-se a incontáveis sofrimentos. Por outro lado, a ignorância é a responsável por males sem conta.”  Joanna de Ângelis


É por isso, caros amigos, que eu gostaria de partilhar de minha mais recente conquista. Ontem, conquistei minha vaga definitiva no curso de ciências políticas da Universidade Federal Fluminense através de minha aprovação no concurso de vestibular.

Então, caros amigos, está aberta a temporada dos dias mais felizes de minha vida! Vou agregá-los em minha coleção particular de momentos felizes. Coleção essa que findará quando Deus chamar-me de volta. Até lá muitos momentos aprazíveis terão seu lugar garantido.


Essa é a terceira vez que sou calouro, bixo, ou novo universitário. É a segunda vez que tenho o prazer de estudar numa universidade federal.


Prometo mais organização para esse ano, um tempo a mais para o blog, e algumas frações de minutos para continuar a escrever meu livro. Tempo livre será artigo de luxo, pois continuarei com minha outra faculdade de engenharia de alimentos e cursarei essa também… como diz a “sabedoria” popular gaúcha: “tuto xunto reunito.”


Prometo, também, ser um bom menino, pendurar minhas meias na janela, praticar boas ações, me esforçar muito, suar a camisa, continuar conquistando meus objetivos de forma honesta e, quem sabe, papai noel deixa um presente no pé da árvore de natal em dezembro desse ano.


Foi sonhando que venci. O sonho foi meu combustível, minha motivação. A fórmula sonho + muito esforço = a realização é verídica.


Esse ano é um ano par. Pelas minhas contas papai noel sempre faz um pouco de “vista grossa” em anos pares. Quem sabe esse ano, me comportando bem, eu não conquisto também um emprego legal? 


Não custa tentar, não é?


Um forte abraço!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

SEÇÃO DE DOWNLOADS - ANTIVÍRUS AVIRA

Caros amigos!

Vamos inaugurar uma seção de downloads no blog.
Postarei programas, gratuitos, de extrema utilidade.
O post de hoje terá um antivírus de extremo potencial e confiabilidade, o Avira. Utilizo ele já faz um bom tempo. Ele atualiza automaticamente quando seu pc está conectado a internet, monitora o sistema em tempo integral, detecta desde a menor tentativa de infecção, é muito simples de ser utilizado e, acima de tudo, 100% gratuito!!!
Na minha opinião, o avira é muito melhor que o Norton antivírus e o AVG.

Um forte abraço a todos.

Gustavo R.




Windows 2000 / XP / Vista 32 Bit and 64 Bit - 17MB
Date: 10-18-2008
Para download copie o link abaixo e cole em seu navegador:
http://www.free-av.com/en/download/1/download_avira_antivir_personal__free_antivirus.html

Linux / FreeBSD / OpenBSD / Solaris - 39MB
Date: 10-11-2007 - Version: 2.1.11-21
Para download copie o link abaixo e cole em seu navegador:
http://www.antivir-pe.com/freet/index.php?id=26&domain=free-av.com

sexta-feira, 13 de julho de 2007

O DIA EM QUE O BRASIL FOI INVADIDO

Caros Amigos!

Assistam esse vídeo muito bem desenvolvido sobre a cobiça dos Estados Unidos pelo petróleo.
O vídeo foi desenvolvido como projeto de conclusão do curso de publicidade e propaganda e tem como diretor o Abel Filho que foi orientado pelo professor Marcos Buccini.
O Abel deve ter tirado nota máxima em seu projeto.
Particularmente, achei excelente a forma como ele, Abel, veiculou suas idéias, difundiu conceitos, trabalhou com os ídolos supremos dos filmes de guerra americanos, satirizou e, alertou sobre o real perigo de uma invasão movida por interesses econômicos.
É, meus caros, ninguém está a salvo de um conflito bélico nos dias atuais. Quando se quer invadir um país basta alegar que ele se aliou ao terrorismo, que enriquece o urânio, e está feito o pretexto.

Aguardo os comentários de vocês!

Bom divertimento!!!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

HUMOR

Leitores amigos!

Não costumo colocar textos de terceiros no blog, mas após ler esse creio que seja merecedor.
Ao ler vocês irão mergulhar no universo feminino e em seus intrigantes detalhes.
Detalhes que, muitas vezes, fazem parte dos bastidores de nossas namoradas,
esposas ou mesmo "ficantes".
Convenhamos: é muito bom ter uma mulher ao nosso lado que se cuida, toda lindinha, toda cheirosinha, de fala meiga e, sempre disposta ao amor.
Muitas vezes não valorizamos ou valorizamos uma percentagem pequena desse esforço contínuo
que nossas mulheres fazem por nós.
Essa falta de "percepção", creio eu, é devido a nossa falta de vivência, pois não nos submetemos aos mesmos procedimentos, não temos noção desse sofrimento e, muito menos a noção de sofrer para agradar uma mulher que amamos ou gostamos.
Porém não nos custa, a partir de agora, prestar mais atenção e valorizar mais o que elas fazem por nós, não só no quesito beleza, mas também nos gestos de carinho e amor.
Acreditem: Elas saberão fazer jus a cada gesto nosso!
Tenham uma boa leitura!
Um abraço a todos!

PRIMEIRA DEPILAÇÃO DE UMA MULHER

"Tenta sim. Vai ficar lindo." Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.

Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

* Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

* Vai depilar o quê?

* Virilha.

* Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

* Cavada mesmo.

* Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

* Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata,

bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.

Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.

Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

* Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.

Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas.

Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente ela vem com um barbante na mão.

Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

* Quer bem cavada?

* É... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

* Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

* Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

* Pode abrir as pernas.

* Assim?

* Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

* Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação.

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.

Foi rápido e fatal.

Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.

Não tive coragem de olhar.Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia

esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

* Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.

Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

* Quer que tire dos lábios?

* Não, eu quero só virilha, bigode não.

* Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que

idéia.Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

* Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

* Olha, tá ficando linda essa depilação.

* Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a

respiração das duas.

Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

* Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

* Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

* Vamos ficar de lado agora?

* Hein?

* Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope.

Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

* Segura sua bunda aqui?

* Hein?

* Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

* Tudo bem, Pê?

* Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia.

Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?

E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?Fui impedida de desfiar o questionamento.

Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais.

Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais,

xingamentos, preces, tudo junto.


* Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez?

Virei e segurei novamente a bandinha.

E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

* Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais.

Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

* Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

* Máquina de quê?!

* Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

* Dói?

* Dói nada.

* Tá, passa essa merda...

* Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo.

Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

* Prontinha. Posso passar um talco?

* Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

* Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais.


Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda,

protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei

antidepilação cavada.

TEXTO RETIRADO DO BLOG INUTILIDADES PÚBLICAS:
http://inutilpub1.blogspot.com/2007/07/passei-mal-de-rir-no-deixe-de-ler.html

quarta-feira, 18 de abril de 2007

DESCONTENTAMENTO DESCONTENTE

Algo mais que redundante ecoa pelo limítrofe do mínimo!

Mínimo?

Que mínimo será esse?

Hum... são tantos mínimos em nossas vidas... salário mínimo, mínimo de esperança, mínimo de dignidade, mínimo de fé, mínimo de tolerância, etc.

E então?

Qual é o foco da questão?

O foco é justamente a falta de foco, o "atrás das luzes", o despercebido.

Mas que graça tem o despercebido?

Se é despercebido não deve ter nada de substancial a ser mostrado.

É! Depende do foco!

Essa história de foco novamente!?

Certamente vocês, em algum momento de suas vidas, refletiram sobre o custo benefício dos serviços educacionais no país e, sobre como anda essa questão no estado do Rio de Janeiro.
No país, todos sabem que a educação pública sofre com a falta de investimento e a privada exibe uma maquiagem no lugar da eficiência.

E no estado do Rio de Janeiro?

Infelizmente a resposta para essa pergunta está "atrás das luzes" e, a grande maioria da população fluminense não pensa sobre tal questão, pois está muito ocupada assistindo as novelas e os "reallity Shows" da televisão.

O fato impressionante é que através da televisão um dos maiores aglomerados populacionais do país é manipulado e anestesiado diante dos problemas que deveriam ser discutidos. Essa técnica funciona tão bem quem nem mesmo as causas de problemas que podemos chamar de "problemas raízes", como violência, miséria, desemprego e desmandos, são identificadas.

Um detalhe é certo: A educação ministrada nas escolas de forma séria, com a valorização do agente de mudança mais importante de todos os séculos, o professor, mudaria completamente o panorama miserável que conhecemos. Isso colocaria o estado do Rio de Janeiro no topo do ranking nacional de melhores estados em qualidade de educação e de vida. Aplicando as mesmas medidas ao país, colocaria nosso Brasil no patamar daqueles chamados desenvolvidos.

Qual será o motivo de tanto empenho em manter a população submissa ao obscurantismo?

Poderíamos utilizar todas as palavras cabíveis e, mesmo assim, ainda nos faltaria escrúpulos e imaginação para continuar o processo.

Um motivo, gritante como o popular "só não enxerga quem não quer", é que quanto mais favelas existir, quanto mais seus moradores tiverem filhos, mais fácil será a perpetuação no poder. O fato é tão simples quanto subir o morro e distribuir camisetas, dentaduras e cestas básicas.

A estratégia consiste em aparecer muito, em estar ao lado da população, em falar e prometer educação, saúde e emprego, o famoso tripé eleitoreiro, porém tudo isso somente em período eleitoral. No "pós-eleição" raros são aqueles que continuam ao lado de quem os colocou lá. São poucos, mas existem.

Ao invés de eficiência, vemos um show de populismo barato que contribui com a mesmice. Alguns até tentam respirar e produzir algo eficiente, mas como dependem de uma coletividade para aprovar e votar, acabam "morrendo na praia". De praia o estado está repleto, basta escolher uma para "partir dessa para melhor".

Com tanta escassez educacional temos um fato inusitado: dentre os poucos que conseguem uma titulação, alguns acabam se "auto-super-valorizando"! Esse fato é freqüente. o pior é quando o indivíduo se supervaloriza por baixo.

Por baixo?

Sim. Justamente pela falta, da falta, da falta de profissionais realmente aptos ao ensino e transmissão da educação em território fluminense.

No limítrofe do mínimo surge o "descontentamento descontente", mas nem de tão mínimo vive o estado fluminense, que sabe ser máximo somente nos esportes e na inversão de valores.

Que venha o PAN!

sábado, 10 de fevereiro de 2007

FÉRIAS NO RIO DE JANEIRO








Fotos: Arcos da Lapa, Cristo Redentor, Ponte Rio - Niterói e Praia do Arpoador

Queridos amigos,


em virtude de minhas férias talvez eu demore com a produção de novas crônicas.


Realmente esse descanso fez-se necessário.


Aos interessados, passo férias no Rio de Janeiro.


Colocarei algumas fotos da cidade que achei imprescindíveis ao momento.


Sem mais, despeço-me.


Um forte abraço a todos!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

O QUE QUEREM, hoje, A MAIORIA DAS MULHERES ENTRE 14 E 33 ANOS?




Conversar jamais.

Exibir-se, evidenciar os corpos, fazer brilhar os piercing's.

Almejam homens que possuem vícios, geralmente os dependentes químicos:

álcool, tabaco, maconha, êxtase e por aí vai...

São exímias seletoras de "corpos", não importando-se com o conjunto.

Homens com capacidade mental reduzida são preteridos.

A detenção de conhecimento de um ser em uma "balada" pode ser considerada subversiva como nos tempos da ditatura.

A magreza, exaltada e celebrada como nunca, atua com o mesmo ímpeto que a seleção natural no meio, denota quem serve e marginaliza quem não serve.

Ostentam a futilidade, retroagem na evolução, retomam o primitivismo, e esquecem do espírito.

Elas não querem nada mais que uma rotina material constituida de:

ciclos simplórios de exibições; dependência química;
atenuações impactantes dos cinco sentidos;
seleções dos corpos em uma análise de superfície;
desfrutar dos homens selecionados;
perder a noção do certo e do errado;
encarar os efeitos colaterias dos atos insanos;
expurgar os dejetos;
retornar aos lares;
vivenciarem um sono profundo,
acordarem no dia seguinte e repetir todo esse procedimento.

Onde estão as fundamentações intrínsecas que separam essas mulheres dos animais irracionais?

Qual seria o motivo existencial das escolas se a maioria delas pensam em "transar" com homens
"ricos" para subir e ganhar tudo na vida?

Não é ruim estudar, trabalhar e CONQUISTAR progressivas vitórias e derrotas.

Na verdade, isso, é melhor do que ganhar na loteria.

Pois ao trilharmos esse caminho ganhamos experiência de vida, sabemos o exato valor de cada conquista ou derrota, aprendemos com os erros, desenvolvemos ainda mais nossa capacidade de discernimento, garantindo assim, nosso status de "homo sapiens".

Não vivo sem as mulheres. Eu amo-as.

Considero a presença feminina indispensável ao mundo.

Sem elas não haveria mundo.

A grande questão é que nem todas são mulheres...

Onde está a minoria?

Por favor apresentem-se!

Preciso enxergar que esse mundo ainda tem condições de manter a vida...
_____________________________________________________

Um fato relevante: uma comprovação científica da crônica acima.
Saiu no site do portal Terra
(http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI1340748-EI1377,00.html) uma matéria, sem data, onde o título é:

Mulheres não se vestem para matar, mas para procriar.

Se analisarmos a matéria e a crônica acima chegaremos a duas conclusões:

A primeira denota que nosso diretor geral, Gustavo Soares, não está louco e desatualizado.
Pelo contrário, os dados utilizados em sua última crônica foram baseados em uma análise profunda sobre as mulheres em um período de 3 anos.
Através de conversas informais, entrevistas em boates, experiências de campo, desenvolvimento de teorías e suas execuções práticas, o material necessário foi acumulado. A produção da crônica foi realizada durante uma festa em uma boate gaúcha no dia 13 de janeiro de 2006.

A segunda afirma que as mulheres ainda possuem ativos, mesmo que inconscientes, os "instintos" de acasalamento que primam pela escolha do melhor material genético para compor sua prole.

Agora,de posse desses conhecimentos, nós homens, temos que reagir!

Uma dica funcional seria fitar os olhos da mulher amada ou pretendida e recitar baixinho
os versos que compus pelo fervor da alma:

Quando o amor, evidente inquietude da alma, for recíproco, o ardor, conseqüência das auras em chamas, indicará a plenitude da certeza.

Repolho! (ou, se preferirem, Batata!)

Estás casado! Não esqueças de me enviares o convite...

sábado, 30 de dezembro de 2006

UM VIVA AOS CAVALEIROS!





Caros Amigos,

Desejo-lhes um ano repleto de feitos!

Que esses feitos sejam de grande significação!

Não falo daqueles ostentados, e sim, os simples, mas verdadeiros feitos da vida.

Tudo começa com a intenção de praticarmos uma ação,

ocorre um amadurecimento, às vezes, um planejamento.

Nem sempre dá certo, como já ocorreram inúmeras vezes comigo.

Mas, o intuito, concretizado ou não, não deixa de ser um feito.

Fazer uma nova amizade é um grande feito.

Um novo começo para alguns, uma mudança no panorama cotidiano para outros.

Resistir às péssimas "condições climáticas", ato de bravura, pode ser considerado em alguns casos uma história épica.

Isso mesmo, aquelas com cavaleiros!

Imaginem um cavaleiro, com uma armadura feita de compaixão, motivação subsidiada pela coragem, bravura oriunda da honestidade, ira promovida pela injustiça e com um arsenal bélico composto de amor.

Em qualquer história terrena, o final de nosso protagonista é previsível.

Já que falamos em histórias terrenas, acrescentemos a falsidade, a infalível traição das pessoas em troca de migalhas e a coalizão das forças em prol da malignidade.

Após muitos anos, chego a seguinte conclusão: Ser mau ou ser uma pessoa ruim no mundo de hoje é um estilo de vida muito favorável. As facilidades para quem é mau são inúmeras! A maldade tem atraído as mais belas mulheres, os homens maus nunca foram tão bem cortejados e tão ricos de poder material.

Com tanta gente se convertendo ao exército da maldade, fica difícil titubear e, não aderir. Podemos chamar aos que pensam em ficar de fora desse exército, os cavaleiros, de suicidas.

A propósito, estou lançando um cartão de descontos progressivos para aqueles que exercem a ruindade para com os seus semelhantes: MALTRATAcard!

Sempre ouvi dizer que os suicidas eram um grupo restrito de loucos que abreviaram suas vidas pelas fraquezas da alma.

Mas, agora, tomo conhecimento de uma nova parte do grupo dos suicidas: Os suicidas que optam por viver no mundo de hoje, o grupo dos cavaleiros.

A única ajuda, o único alívio, são as benevolências enviadas do Astral, céu, plano distinto, outra colônia, como queiram... Estas chegam no momento oportuno, previamente, antes do desfecho fatal.

Dentro de toda imersão, de toda atmosfera insólita e pardacenta, brotam os raios de luz destinados aos que se dispõem estender as benesses da caridade e do amor pelo simples fato de amar.

Essa freqüencia vibratória, seleciona os inconfundíveis corações, de baixo das armaduras.

No fim, vale a pena lutar pelas causas éticas e dígnas.

Afinal, a vida não termina no ponto final de um longo e duradouro capítulo.

Não é mesmo? 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

REDUNDANTE VIDA

"Na vida,

não vale tanto

o que temos

nem tanto importa

o que somos.

Vale o que realizamos

com aquilo que possuímos

e, acima de tudo,

importa o que fazemos de nós."
Chico Xavier


Tem gente que pensa isso: Nasce; cresce, e enriquece! Compra um carro; um apartamento; compra uma mulher bonita! Procria; ensina aos filhos e netos essa filosofia! Envelhece; morre, e vai morar em uma cobertura na rua do Paraíso, 377.



Pessoas como essas se esforçam a vida inteira para não aprender nada.
Ostentam todo o aparato, porém não possuem brilho.
E daí! Há algum problema nisso?
Não! Nenhum...
Então!?
A fila dos bancos escolares cresce na velocidade de um gráfico logarítmico, com base maior que 1.

Tristes bancos escolares!

sábado, 2 de dezembro de 2006

BOAS NOVAS!

Leitores amigos

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer-lhes as inúmeras visitas que tenho recebido no Idéia Natural.
É com muita satisfação que atingimos, em 1 mês e 10 dias de funcionamento do blog, a expressiva marca de 2224 visitas (até este momento).

Visto isso, estou desenvolvendo um projeto que compreende a criação de 4 crônicas. Serão crônicas de assuntos interessantes, pertinentes ao nosso cotidiano, em que pelo menos uma vez marcaram nossas vidas.

Quanto ao lançamento, eu ainda não saberia precisar as datas. Afirmo que a expectativa de cada um será respectivamente acalentada.

Sem mais, despeço-me.

Um forte abraço a todos

Gustavo R.

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Música para os bons tímpanos!

Em tempos de tanto lixo eletrônico, onde o talento é trocado por aparelhos de mixagens, surge aqui no blog um pouco de esperança.
Vou falar, de forma simples, sobre o Rock que "contagia" as pessoas.
O Metal, é um tipo de rock pesado que alguns cantores afinam a voz durante a música, transformando-as praticamente em óperas. Dele surgiram outras ramificações que levam também o nome "metal", dentre elas o Heavy Metal. Este, caracterizado por um som mais melódico, música mais trabalhada, batidas fortes e os solos bem feitos. Inevitavelmente, o Heavy Metal sofreu um "aperfeiçoamento" posterior, devido à evolução das tendências e inspirações.
Originou outros estilos e, em especial o Trash Metal, que teve seu ápice no final da década de 80, com as bandas Metallica, Megadeth, Exodus e Testament.
O Trash Metal difere principalmente do Heavy Metal nos riffs de guitarra mais rápidos e nos vocais mais graves.
Depois de ter assistido o vídeo abaixo foi impossível não disponibiliza-lo no blog.
Antes tarde do que nunca!
Metallica, é definitivamente minha banda predileta.
Predileção que começou quando eu tinha 13 anos de idade (façam as contas) ao descobrir que a música Enter Sandman do álbum intitulado "álbum preto", lançado em 1991, pertencia ao Metallica.
Fiz essa magnífica descoberta, quando um colega da pré-equipe de natação da escola em que eu estudava pediu que eu ouvisse o "som muito maneiro" de seu walkman. Reconheci a música, mas não sabia de que banda era. Depois da pergunta, a resposta nunca mais foi esquecida.
Desde então sou fã incondicional do TRABALHO DA BANDA.
Guitarristas de plantão, mantenham os olhos atentos na mão esquerda do Kirk e aprendam com o Mestre dos Fantoches!
Esse vídeo foi gravado para a revista Guitar World de 2005.
***Kirk Lee Hammett, nosso protagonista do vídeo abaixo, nasceu em 18 de novembro de 1962 na cidade de San Francisco, que fica no estado da Califórnia pertencente aos Estados Unidos. Foi integrante da banda Exodus e atualmente é guitarrista solo do Metallica. Kirk ingressou na banda substituindo Dave Mustaine (vocalista, guitarrista e líder do grupo Megadeth) no começo de 1983. Foi aluno de Joe Satriani (outro grande mestre da guitarra).



sexta-feira, 17 de novembro de 2006

CRÔNICAS SOCIAIS

Parte I

Amizade é uma coisa que pode ser considerada nos dias atuais como algo abstrato.
Só existe na teoria e os verdadeiros amigos estão sendo chamados de volta ao céu.
Aqui as leis da amizade foram violadas pelos mesquinhos impulsos da conveniência.

Coisas pertencentes as massas.

Atualmente, para acreditar em amizade verídica, temos que ter acreditado primeiro em Papai noel. Se mesmo assim ainda restar algum amigo, assegure-se de que ele saiba discernir entre o dom da amizade pela amizade e o ato de se dar bem.

Parte II

Considero que a verdade deve ser o hábito inequívoco da alma. Ela não choca as pessoas, no entanto, as atitudes precursoras definem os trâmites da ética e da normalidade.

Com a inversão de valores vigente, o certo se transformou em errado. Passei então para o lado marginal da história. De certa forma acho até confortável...

Não tenho aquela preocupação em fazer tudo o que todos fazem a fim de ser considerado normal.

Para mim, vale muito mais a preservação de meus valores do que partilhar de vis costumes.

Partilhar não seria o verbo correto, aculturar se enquadra melhor, pois se perdemos nossos valores e adquirimos os costumes impostos pelos outros temos aí sua definição.

É, acho muitos de nós ainda têm a alma dos índios de outrora...

domingo, 5 de novembro de 2006

DIÁLOGO COM O ESPELHO




Já ouvi dizer que os olhos são as janelas da alma. No entanto não me recordo a data, de quem e quando tive acesso ao jargão.

Inexplicavelmente, quando desejo averiguar as virtudes de uma pessoa procuro olhar nos olhos enquanto converso com ela.

É bem verdade que tenho visto olhos trapaceiros, aproveitadores, preconceituosos, egoístas, fúteis e ultimamente até mesmo incrédulos de uma força maior.
Como diria um velho amigo: "O universo conspira..." ou "São as forças do universo..."

Aprendi também que nos momentos de dificuldades extremas ocorre um crescimento extraordinário, póstumo.

A realidade física denota um certo inconformismo. Como pode a característica ímpar não ter um par? Vai ver que os acontecimentos do mundo são conduzidos para sempre reservar o não reservável.

Por sermos seres únicos, portamos bagagens com diferentes pesos, com e sem rodinhas. Porém, existe um ponto de tangência, a partilha. Tudo pode estar "perfeito", podemos não ter problemas e dificuldades. Mas para atingirmos o equilíbrio e a plenitude subseqüente necessitamos dividir.

A matemática demonstra sua intimidade com a existência. Ela está tão presente que nem notamos. Suas quatro operações básicas governam a evolução de nossos espíritos.

Mas onde está o plano de vida?
Um tutorial, por favor!
Desculpem, mas terminou minha vontade de escrever.

terça-feira, 24 de outubro de 2006

ARTIGO: AUMENTO DA LONGEVIDADE DOS ALIMENTOS



Vou postar hoje um artigo (adaptado) que escrevi sobre como a engenharia de alimentos se integra ao grupo dos elementos modificadores do meio. Sinceramente espero que ele provoque reflexões, discussões e talvez um acréscimo nos conhecimentos pesssoais de cada um. Um forte abraço a todos e boa leitura!

Resumo

A influência e disponibilidade dos alimentos definem os trâmites da humanidade. Os fatores que influenciam na manutenção das desigualdades sociais são: nutrientes, educação e poder de compra. A engenharia de alimentos atua como agente transformador da mobilidade social vigente.


Palavras-chave: Fome, nutrientes, industrialização, desigualdade, poder, alimentos.


1 Introdução

A contribuição do engenheiro de alimentos na pesquisa de novos produtos é essencial para a pluralidade dos mesmos. Além disso, sua área de atuação está em franca expansão conferindo a possibilidade de ocupação de diversos segmentos do ramo industrial. O aprimoramento da ética profissional beneficia a categoria e aperfeiçoa a transparência de suas atividades inspirando respeito e confiança. Sua relação com a sociedade introduz melhorias na educação pela troca de informações técnicas e campanhas de amparo aos necessitados.


2 Desenvolvimento

2.1 O engenheiro e a produção de alimentos

No período de nomadismo da humanidade a oferta de alimentos de um determinado local era temporária e reduzida, em virtude do desconhecimento total do processo de produção e armazenamento dos mesmos, exaurindo sua oferta natural. A descoberta da agricultura e o domínio de técnicas rudimentares de produção provocaram a sedentarização dos povos nômades e o conceito de agricultura de subsistência. O cultivo de alimentos era realizado pelos integrantes dos genos e suas tarefas distribuídas entre seus membros. Ocasionalmente a produção de alimentos era maior que o consumo, definindo o que chamamos de excedente de produção. Com a produção agrícola pouco diversificada, alguns grupos familiares passaram a trocar excedentes entre si, caracterizando o escambo, obtendo uma maior variedade dos gêneros e dinamizando sua circulação. Essa corrente de pensamento foi difundida de tal forma que a agricultura passou a ser direcionada a produção de excedentes e não apenas para subsistência, o que mais tarde deu início ao comércio.


Desde então, a preocupação com o tempo de vida útil dos alimentos se apresentou intrínseca as necessidades econômicas. Podemos considerar como os “primeiros engenheiros de alimentos” aqueles que buscaram melhorias nas técnicas de produção com a finalidade de reduzir os desperdícios, e técnicas de conservação que prolongassem por mais tempo o frescor dos alimentos.

Em tempos atuais o engenheiro de alimentos tem um papel inovador na pesquisa, elaboração e produção de alimentos. Ele é responsável pela promoção do padrão de qualidade empregado nos processos; desenvolvimento de produtos e tecnologias voltados à expansão; atendimento e conquista de novos mercados consumidores; em prolongar o tempo de vida útil dos alimentos após sua industrialização, preservando suas características organolépticas, e todas as atividades relacionadas à industrialização alimentar.


2.4 Os alimentos, a sociedade e a fome no mundo.

A produção de alimentos tem crescido em um percentual significativo ao longo dos anos, superando as metas de produtividade por hectare. Isto se deve ao largo emprego da mecanização nas lavouras. Sua produção em ritmo atual teria condições de erradicar com a fome no mundo.

No entanto, a desigualdade social é um poderoso fator limitante na consecução deste ato. Tem acesso a farta disponibilidade de alimentos, os países que possuem um bom poder de compra. Em alguns casos o território desses países não teria capacidade de produzir a quantidade de alimentos que sua população consome. Um exemplo prático seria uma analogia entre a África e Mônaco, pois a África possui um território de grandes proporções, tem capacidade de produção, mas a maioria esmagadora das pessoas que vivem lá passam fome e são subnutridas, enquanto em Mônaco, que é um mini-estado sua população não passa fome devido ao seu poder de compra.


O quesito educação é fundamental para entendermos alguns fatos cotidianos. Em países pouco desenvolvidos o desperdício de alimentos onera significativamente os cidadãos. Pois se o índice de aproveitamento fosse elevado, a procura por quantidades de um mesmo gênero alimentício cairia, ocasionando deflação. Calcula-se que o consumo anual de alimentos no mundo é de 375 milhões de toneladas e a maior parte dele provém das plantas. Se considerar que 10% destes alimentos são vegetais consumidos in natura e que outros 10% destes vegetais são de folhas e talos aproveitáveis na alimentação e são jogados fora, tem-se um desperdício de quase quatro milhões de toneladas de alimentos. O desperdício se dá em todas as fases da produção de alimentos, desde o seu plantio e colheita, até o consumidor final.


Calcula-se que hoje, no Brasil, 20% de toda a sua produção agrícola se perde durante a colheita e que outro tanto durante o transporte ou devido a embalagens inadequadas. Esta perda só não se compara aos países do primeiro mundo, onde ela é menor, mas há países que perdem até 70% de sua produção devido a causas diversas. Tudo isso determina a incineração de milhares de toneladas de alimentos devido à sua má conservação, deterioração ou contaminação por agrotóxicos.


Outro fato que se deve destacar em relação ao Brasil é o de que existe uma lei que não permite que restaurantes distribuam as sobras de alimentos. Não aqueles que sobraram nos pratos, mas os não-consumidos. Se isso fosse permitido, algumas toneladas de alimentos de boa qualidade e já preparados poderiam ser distribuídas entre as camadas mais pobres da sociedade.


As estimativas mundiais atuais indicam que:

1.Cerca de 24.000 pessoas morrem diariamente devido à fome, ou a causas relacionadas com a ela. Este número diminuiu de 35.000, há dez anos, e de 41.000, há vinte anos.


2. Atualmente, 10% das crianças dos países em desenvolvimento morrem antes dos cinco anos. Há cinqüenta anos, esta percentagem era de 28%.

3. A escassez de alimentos e as guerras são responsáveis por apenas 10% das mortes devido à fome embora sejam estas, normalmente, as causas apontadas mais freqüentemente. A maior parte das mortes por fome é provocada pela desnutrição crônica. As famílias simplesmente não conseguem obter comida suficiente.


4. Além da morte, a desnutrição crônica também provoca a diminuição da visão, a apatia, a atrofia do crescimento e aumenta consideravelmente a susceptibilidade às doenças. As pessoas que sofrem de desnutrição grave ficam incapacitadas de funções até mesmo a um nível mais básico.


5 Segundo as estimativas, cerca de 800 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de fome e subnutrição, cerca de 100 vezes mais do que as que morrem anualmente em conseqüência dela.


6. Muitas vezes, são necessários apenas alguns recursos simples para que os povos empobrecidos tenham capacidade de produzir alimentos bastantes para se tomarem auto-suficientes. Estes recursos incluem sementes de boa qualidade, ferramentas adequadas e o acesso à água. Pequenas melhorias nas técnicas de cultivo e nos métodos de armazenamento de alimentos também são úteis.


7. Muitos peritos nas questões da fome acreditam que, fundamentalmente melhor maneira de reduzir a fome é através da educação. As pessoas instruídas têm uma maior capacidade para sair deste ciclo de pobreza que provoca a fome (SILVA PRIM, 2006).


Conclusão

O engenheiro de alimentos pode contribuir de forma positiva na relação entre a fome, a sociedade e a produção de alimentos. Por meio de parcerias com algumas empresas do ramo de alimentos, ele pode desenvolver uma linha de produtos industrializados enriquecidos com vitaminas e minerais, tendo como matéria-prima cascas de frutas, talos e folhas de vegetais aproveitáveis. Com embalagens econômicas seria possível baixar o custo de produção e difundi-lo nas áreas mais pobres do planeta, como por exemplo, o continente africano. Esse procedimento seria muito proveitoso, pois conscientizaria a sociedade de que a distribuição de renda faz-se necessária para a equiparação do poder de compra das nações e um livre acesso aos alimentos.


REFERÊNCIAS

Silva Prim
http://users.matrix.com.br/mariabene/desperdiciodealimentos.htm#(%20*%20)
Acesso em: 26 de junho de 2006

Associação Brasileira de Engenheiros de Alimentos.
http://www.abea.com.br/ Acesso em: 11 de junho de 2006

Guia do profissional da engenharia, da arquitetura e da agronomia para a aplicação do código de ética. Resolução CONFEA 205
http://www.fea.unicamp.br/ensino/graduacao/o_eng_alimentos/guia.htm Acesso em: 26 de junho de 2006

domingo, 22 de outubro de 2006

QUEM NÃO GOSTA DE DIAS CHUVOSOS?


Paisagem cinzenta no céu, chuva no ar e friozinho na terra. Eta combinação boa sô!
Curtir um filme, um lanchinho e ter uma pessoa especial para partilhar tudo isso, transforma em história qualquer dia comum.
Há os que prefiram uma cama confortável e um bom cobertor. Estes passam os dias chuvosos “acobertados” refletindo sobre idéias que lhes povoam a mente.
Não é difícil pensar em alguma coisa em dias como esses.
O ballet das águas pluviais organizado pela gravidade em harmonia com o vento nos presenteia com infinitos desenhos vetoriais.
Os edifícios e as casas se tornam obstáculos à transposição d’água.
Quem se propuser a acompanhar tais colisões testemunhará a física ministrada pela natureza.
Física que sempre existiu...
Nosso diálogo com ela é que foi tardio.
Não somos frutos de uma inventividade natural?
Totalmente!
O que diríamos da singularidade partilhada?
Inexistente ou tão comum quanto à classificação taxonômica?
Mas o que tudo isso tem a ver com dias chuvosos?
Moléculas!
Moléculas!?
Claro!
Eu estava pensando nelas quando escrevi esse texto.
COMENTÁRIOS :)

PSICOPOESIA: ÉTICA DOS VALORES


o iDÉIA nATURAL tem o prazer de promover um texto Pscicopoético escrito por Gustavo R., Engenheiro de Alimentos e Cientista Social. Ele disserta sobre os rumos que a sociedade desenha hodiernamente. O texto descreve de forma crítica e pragmática questões que as pessoas preferem não admitir. Tenham uma boa leitura!

VALORES: ONDE ESTÃO ELES?

Há algum tempo tenho notado uma modificação estrutural em nossa sociedade.
Infelizmente as notícias não são muito animadoras: estamos sendo engolidos pela superficialidade, pelo pragmatismo da falta de valores, escurecimento da educação (aquela recebemos em casa), pelo total individualismo e, por fim, aquele que nunca é admitido, o egoísmo.
Mais quais são os valores que estão sendo ignorados?Dinheiro? Ser o mais popular possível? Possuir carro? Não enxergar os limites da privacidade e da cordialidade com o próximo?
Não! Esses são os novos motores da sociedade atual.
Perdidos em outrora, o respeito, a dignidade, a bondade, a cordialidade, o amor e o simples fato de se importar com as pessoas têm garantido um regresso em nossa evolução mais significativo do que podemos imaginar.
Através do conjunto das regras vigentes é possível dizer se uma pessoa pertence ao seleto grupo que vamos chamar de "SOMOS O MÁXIMO" ou se ela pertence ao grupo dos "Ih! Quem é você?".
O “SOMOS O MÁXIMO” é “ser tudo de bom!” andam pelas ruas enxergando somente os integrantes de seu grupo, são idiotas o suficiente para a consecução de seus próprios desejos sem importar-se com os meios para realizá-los.
Como exemplo, imaginemos um edifício portentoso, com vários apartamentos. Nesses apartamentos residem integrantes dos dois grupos. O “SOMOS O MÁXIMO” não hesita em gritar, arrastar coisas, lotar a casa de pessoas insanas durante as madrugadas e quando lhe convém para satisfazer seus imbecis caprichos, mesmo sabendo que estão prejudicando, invadindo a privacidade e violando direitos dos vizinhos do "Ih! Quem é você?".
O "Ih! Quem é você?" é o grupo dos marginalizados.
Muitas vezes ficam nesse grupo os que não conseguiram acompanhar a futilidade e o aparato material do outro grupo. Não podemos deixar de evidenciar uma minoria pertencente a esse grupo que preserva os valores quase extintos citados acima. Esses em porcentagem de 2 % da população total (minha contabilidade).
Como exemplo de compreensão, imaginemos uma pessoa fora dos padrões sociais atuais: vestida com roupas que lhe são suficientes sem portar uma etiqueta de marca, diferente dos demais no jeito de pensar e se expressar, com colocações e pontos de vista inteligentes e bem observados. Ao entrar em contato com a maioria tal pessoa causa um desconforto nos demais, que insistentemente preocupam-se em analisar os fatores diferenciais. Isso provoca a marginalização e conseqüente isolamento do "diferente".
Mas isso seria um julgamento prematuro e injusto em virtude do desconhecimento das pessoas inocentes que caminham pelas ruas!
Justiça é para “SOMOS O MÁXIMO” que quando se drogam são considerados vítimas, quando desrespeitam não tiveram intenção de fazer e quando aborrecem as pessoas de bem nada acontece.
Em suma, o determinante do curso dos acontecimentos para bem ou para o mal é definitivamente o dinheiro.
Personalidade mutável como as condições meteorológicas têm sido de grande valia nesses últimos tempos...
Se fiz e nada aconteceu, continuo fazendo.
Se fiz e houve resistência, não fui eu!
Se estou com pessoas tranqüilas e éticas, sou ilibado!
Se estou com pessoas hediondas sou escória!
Ah! Doce vida!
Gozo de tudo que posso, finjo tudo que sei.
Estou em todas!
Evidencio-me pelo que tenho e pelo que uso.
As mulheres me procuram.
Usam-me!
Uso-as!
Assim vivo pleno.
Aos outros,
FODAM-SE!
Afinal,
“SOMOS O MÁXIMO”!
"SIMPÁTICOS" COMENTÁRIOS :=)